Brasil e Peru buscam acordos para a época do defeso brasileiro
Durante o período, pescadores brasileiros invadem o lado peruano do rio Acre
Por: Diego SalomãoPublicado em: 11/2009Durante o período de defeso, no qual a pesca estará proibida em território brasileiro, muitos pescadores daqui vão para o lado peruano da bacia do rio Acre. Para evitar conflitos, representantes de pescadores, ONGs e governos dos dois países reúnem-se nos dias 30 e 31 em Iñpari, no Peru, em busca de soluções.
A reunião está sendo liderada pelo Movimento Madre de Diós, Acre e Pando (MAP), que busca acordos de gestão transfronteiriça da bacia, que busca, entre outros objetivos, estabelecer acordos de pesca, nos moldes daqueles que vêm sendo assinados no Brasil. É claro que, guardadas as peculiaridades de uma bacia que engloba a Bolívia, o Brasil e o Peru.
Dentre as experiências anteriores, estão em vigor seis acordos de pesca, envolvendo 24 comunidades formadas por 176 famílias que habitam as margens dos rios Purus e Yaco. As áreas regulamentadas são os lagos Santo Antônio, Bela Vista e Novo no município de Manuel Urbano, e os lagos Mariomba, Bom Jesus e São João, no município de Sena Madureira, no Acre.
Na região a ser diagnosticada, o peixe é uma importante fonte de proteína para as populações ribeirinhas, além de gerar renda para a população. Os acordos de pesca representam uma forma de fortalecimento das organizações locais, por meio do uso sustentável dos recursos pesqueiros.
Dentre as experiências anteriores, estão em vigor seis acordos de pesca, envolvendo 24 comunidades formadas por 176 famílias que habitam as margens dos rios Purus e Yaco. As áreas regulamentadas são os lagos Santo Antônio, Bela Vista e Novo no município de Manuel Urbano, e os lagos Mariomba, Bom Jesus e São João, no município de Sena Madureira, no Acre.
Na região a ser diagnosticada, o peixe é uma importante fonte de proteína para as populações ribeirinhas, além de gerar renda para a população. Os acordos de pesca representam uma forma de fortalecimento das organizações locais, por meio do uso sustentável dos recursos pesqueiros.
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