terça-feira, 15 de março de 2011

Transoceânica aproxima Brasil e Peru


 
Com a presença do presidente do Peru, Alan Garcia Marquez; do governador do Acre, Binho Marques (PT); da ministra peruana dos Transportes, Verônica Savala; e das várias outras autoridades dos dois países foi inaugurado o primeiro trecho da rodovia que unificará, por meio da economia, as duas nações.
 
A solenidade aconteceu na cidade peruana de Ibéria (60 qiolômteros de Assis Brasil), fronteira Brasil-Peru. Empolgado com a festa, o presidente peruano, quebrou o protocolo, cumprimentou seu povo, determinou que a faixa de isolamento que havia entre a multidão que o aguardava e o palanque das autoridades fosse retirada. "Eu gosto de estar no meio do povo", disse Alan Garcia, em um trecho de seu discurso.
 
A rodovia que liga a cidade brasileira de Assis Brasil ao corredor de exportação, chamado de Transoceânica, custou aos cofres peruanos, com o consórcio de empresas liderado pela brasileira Norberto Odebrecht e a peruana Conirsa, nesse primeiro trecho, US$ 100 milhões, onde trabalharam 3.260 operários, entre homens e mulheres.
 
O próximo trecho, de 168 quilômetros, que está em obras e que ligará Ibéria a Puerto Maldonado, tem previsão para ser concluído em 2009. Toda a obra, pelos cálculos do governo peruano, estára finalizada em 2010, quando os 1,7 mil quilômetros até o porto de San Juan de Marcona estarão 100% pavimentados.
 
Todo o pacote de obras consumirá US$ 810 milhões, recursos obtidos com a Cooperação Andina de Fomento (CAF) e com o Banco Nacional d Desenvolvimento Econômico e Social( BNDES).
 
A Rodovia Transoceânica corta oito Estados peruanos, onde a agricultura é praticada em grande escala, mas os vizinhos não escondem a ansiedade de verem no mercado local os produtos brasileiros, principalmente, a carne e a madeira do Acre
 
Presidentes de entidades acreanas se empolgam com a obra
Na comitiva brasileira que foi ao Peru a convite da Presidência da República peruana, estavam o secretário de Planejamento, Gilberto Siqueira; o secretário de Turismo, Cassiano Marques; o presidente da Aleac, Edvaldo Magalhães (PC do B); o presidente da Acisa, Adem Araújo; das Federações da Agricultura, Assuero Veronez; e da Industria João Salomão.
 
Os que falaram sobre o início da abertura do corredor de exportação até o Pacífico não esconderam a empolgação.
 
US$ 100 milhões foram gastos neste primeiro trecho de asfalto da rodovia
 
Binho destaca parceria entre os países
O governador Binho Marques, única autoridade brasileira que ocupa cargo no Executivo convidada para a solenidade, elogiou o esforço do governo peruano e destacou a parceria entre os vizinhos e o governo brasileiro. O governo federal, aliás, tem participação fundamental nas obras de conclusão da Transoceânica. O primeiro grande passo foi a construção da ponte binacional na fronteira entre os dois países em Assis Brasil.
 
O governador acreano disse que a inauguração do primeiro trecho da rodovia representa o início do intercâmbios econômico entre as duas nações que já mantêm relações comerciais. Binho disse que é preciso manter o trabalho e o esforço para que o cronograma da obra seja executado.
 
"Hoje, a gente vê algo que pouca gente imaginava. A ligação com o Pacífico está mais perto e ficará ainda mais a partir da conclusão dos outros trechos. Eu acredito que até 2010, teremos o corredor de exportação totalmente concluído, e nossas empresas exportando e gerando emprego e renda para o Acre", finalizou.
 
Alan Garcia enaltece governo acreano
O discurso do presidente peruano, Alan Garcia Marques, teve dois pontos distintos. No primeiro, ele convocou seu povo para ser unir na luta para a construção da rodovia. Criticou os opositores do governo e disse que, até o último dia de seu mandato, irá trabalhar para diminuir a desigualdade social no Peru.
 
Em outro trecho,  falou da importância do intercâmbio econômico com o Brasil por meio do Acre, Estado que considerou fundamental para a exploração do corredor de exportação dos Andes.
 
"Esta é uma obra de dimensões enormes que não só implica 60 quilômetros de rodovia, mas que vai permitir uma possibilidade econômica para a região. A estrada vai gerar crescimento, emprego, desenvolvimento. Esperamos que esta região cresça e queremos ver os irmãos acreanos crescendo conosco. Governador Binho Marques, hoje selamos aqui um pacto pelo desenvolvimento entre o Brasil e o Peru. Isso é um gesto que ficará cada vez maior", disse o presidente.
 
As palavras do governante peruano foram reforçadas pelo ministro peruano da Agricultura, Ismael Benevides, e pela ministra dos Transportes, Verônica Zavala, que  também frisaram a importância de ter o Acre como parceiro nessa exploração do mercado importador.
US$ 810 é quanto está orçado o total da obra, que cortará oito Estados peruanos
 
Assuero Veronez
"Isso é um sonho que a gente tinha e está se concretizando. Essa estrada vai representar para o setor o aumento da produção para atingir o Peru e o mercado asiático. Vai ser usada como corredor para exportação via Pacífico. Eu estou muito otimista com essa nova geografia econômica que vai alavancar vários setores da economia acreana."
Adem Araújo
 
 "Já existem negócios entre empresas acreanas e peruanas. A partir de agora, as esperanças são de exportar a carne e a madeira do Acre para a Àsia, com a conclusão da estrada."



Jairo Barbosa Enviado a Ibéria, Peru

domingo, 13 de março de 2011

Autoridades peruanas lançam alerta amarelo perante possível tsunami

Sex, 11 Mar, 11h49
Lima, 11 mar (EFE).- As autoridades peruanas estabeleceram nesta sexta-feira o alerta amarelo perante a possibilidade de um tsunami atingir as costas do país devido ao potente terremoto registrado no Japão, mas pediram calma a população.
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O ministro da Saúde, Oscar Ugarte, informou que se decretou a situação de alerta em toda costa, enquanto a Defesa Civil pediu medidas de prevenção em caso que se tenha que evacuar os habitantes.
"Apesar disto a Defesa Civil e a Marinha de Guerra do Peru continua monitorando a situação, o que nos corresponde é decretar o alerta amarelo para toda a costa peruana", declarou Ugarte à emissora "Rádio Programas del Peru" (RPP).
O ministro acrescentou que este tipo de alerta é emitido perante o risco iminente que possa ocorrer um fato que afete a saúde das pessoas.
"Tomara que não aconteça, tomara que com o avanço das horas possamos ter notícias mais tranquilizadoras, mas somos obrigados a fazer este alerta", indicou.
A Direção de Hidrografia e Navegação da Marinha de Guerra do Peru informou em comunicado que o impacto do tsunami no litoral peruano pode ocorrer por volta das 22h30 do horário de Brasília.
O capitão da Marinha do Peru Atilio Aste declarou à emissora "RPP" que "há possibilidades que (o tsunami) seja de baixa altura", embora precisasse que isto ainda não pode ser confirmado. EFE

sábado, 12 de março de 2011

Linha ferroviária entre Peru e Brasil
Mercosul / Cone Sul

Por iniciativa dos congressistas Aurelio Pastor, atual Ministro da Justiça no Peru, Luis Negreiros, Javier Valle Riestra e Mario Alegría Pastor, no dia 6 de março foi apresentado no Peru o projeto de lei 3277/2008-CR que declara a necessidade pública da construção do Proyecto Geopolítico Bioceánico Perú-Brasil Ferrovía Interoceánica Salaverry - Leoncio Prado - Frontera Perú - Brasil (FERRIPEB). Desde 22 de maio do ano passado, o projeto de lei estava nas mãos da Comissão dos Transportes e Comunicação.

O projeto visa criar uma linha ferroviária de carga saindo do porto de Salaverry, no Peru, terminando em Cruzeiro do Sul, no Acre. A elaboração dos estudos técnicos, construção da obra, desapropriações, operação e manutenção da linha, entre outros, serão de responsabilidade da empresa privada que vencer a concorrência, sem qualquer co-financiamento proveniente do Estado nem a concessão de garantias ou endossos da República, ou qualquer outra forma de obrigação que implique na necessidade de recursos públicos.

O projeto não estipula quando sairá o edital e nem quanto custará o projeto.
Por Revista Ferroviária - El Reportero Ferroviario

quinta-feira, 10 de março de 2011


Brasil destaca el crecimiento económico del Perú

La economía de Perú creció más rápido que la de Brasil en la última década, además la reducción de la pobreza en el mismo período fue equivalente y el modelo peruano es más favorable a la inversión extranjera, destacó la revista brasileña Veja.
Subrayó que el Producto Bruto Interno (PBI) peruano creció anualmente en cinco por ciento entre los años 2001 y 2008, mientras que el brasileño lo hizo en un ritmo de 3.3 por ciento anual en dicho período.
De otro lado, remarcó que Perú ha suscrito una serie de tratados de libre comercio (TLC) con importantes socios comerciales como Estados Unidos, la Unión Europea y otros, además exporta etanol libre de aranceles a Estados Unidos.
Comentó que como miembro del Mercado Común del Sur (Mercosur), Brasil sólo puede firmar TLC dentro del bloque, asimismo paga un arancel de 16 por ciento para la exportación de etanol a Estados Unidos.
También remarcó que la inversión externa en Perú se triplicó desde el año 2000, mientras que en Brasil la inversión extranjera cayó en nueve por ciento en el mismo período.
Además afirmó que siete aeropuertos en Perú ya han sido dados en concesión al sector privado y la meta es hacer lo mismo con todas las infraestructuras aeroportuarias, cuando en Brasil los aeropuertos están saturados y la privatización de los proyectos ineficientes fue dejada de lado.
Según el informe denominado “La fuerza del modelo andino”, Veja resalta que a diferencia de muchos de sus vecinos, Perú se siente orgulloso de las políticas de privatización y los acuerdos comerciales que están ayudando a reducir la pobreza de la población.
Comentó que la ciudad de Trujillo (La Libertad), con cerca de un millón de habitantes, es una de las dos ciudades del país que muestra una situación cómoda de pleno empleo; mientras que la otra es Ica, ubicada al sur de la capital.
Sostuvo que gracias al éxito del manejo económico del país, se espera que el PBI crezca este año en 8.3 por ciento, mientras que el producto de Brasil crecerá en 7.5 por ciento.
Refirió también que al término de su mandato el próximo año, el presidente de Perú, Alan García, habrá logrado reducir la pobreza de 48 a 36 por ciento de la población.
Asimismo, en los próximos cinco años Perú tendrá la inflación más baja en América Latina y el quinto más alto crecimiento del PBI (en promedio 5.8 por ciento).
Fuente: Andina.

La apertura comercial con Perú y Brasil enfrenta a los empresarios mexicanos

América económica
11/2/11

El debate sobre la firma de Tratados de Libre Comercio con Brasil y Perú continúa abierto en México. El último actor en unirse ha sido la presidenta del Consejo Coordinaor Empresarial (CCEE), que tras reunirse con el Secretario mexicano de Economía, Bruno Ferrari, ha dado su visto bueno a los acuerdos. Los empresarios agrícolas y ganaderos rechazaron las negociaciones esta semana. 

Aunque la agenda de la reunión incluía los aspectos arancelarios, la inversión, las compras por parte del gobierno y la propiedad intelectual, la conversación se centró en el catálogo de productos a los que se debería permitir la entrada. El sector industrial mexicano se ha manifestado a favor de abrir el comercio con Brasil, Perú. Pese a la oposición de las principales asociaciones agrícolas y ganaderas de México, la reunión ha terminado con 1.200 productos pactados para el acuerdo comercial y tan solo ha existido duda en 13 de ellos. 

Entre los productos que suponen incertidumbre en el acuerdo comercial se encuentran la carne de bovino y el azúcar. Los ganaderos mexicanos rechazan el cupo de importación de carne de bovino de Perú y Colombia, argumentando que ésta podría afectar al ganado mexicano. En relación con los animales colombianos, la protesta se concreta en la posibilidad de que no estén libres de la fiebre aftosa. En el caso de Perú, lo que disgusta a los agricultores es el hecho de que el país pretenda incluir al 100% del sector agropecuario en las negociaciones, a los que además se atribuyen diversas plagas y enfermedades que no existen en México.

En la misma línea se han manifestado los productores azucareros, que consideran que la entrada de productos de la agroindustria azucarera pondría en riesgo la competitividad nacional. Especialmente en Norteamérica, con quien México tiene un tratado comercial del que Brasil y Perú podrían aprovecharse, reduciendo la capacidad mexicana. 

Sin embargo, la mayor parte del sector industrial considera beneficioso la firma de los acuerdos comerciales con Brasil y Perú. Y es que la mayoría de los sectores, tanto productivos, que cuentan con preferencias arancelarias, como de servicios, que ya tienen presencia en estos países, se verían favorecidos por el acuerdo. Con lo que la división entre los empresarios mexicanos se hace cada vez más patente. 
Brasil y Perú dan 30 días de vacaciones; en México dan seis

México.- México se ubica entre los países latinoamericanos que otorgan menos días de vacaciones a sus trabajadores, según un estudio de la empresa de servicios de consultoría Mercer.

Según la Ley federal del trabajo de México, el empleado tiene derecho a seis días hábiles de vacaciones tras acumular un año de anitgüedad en el trabajo.

En contraste, Brasil destaca en el primer lugar con 30 días hábiles de vacaciones. Le sigue Perú con 30 días naturales.

Colombia y Chile siguen en el listado con 15 días consecutivos, luego viene Venezuela que le otorga al trabajador 15 días de descanso al cumplir un año laboral, Bolivia entrega vacaciones a sus trabajadores dependiendo de los años de antigüedad, por ejemplo de 1 a 5 años se le otorgan 15 días de vacaciones anuales.

Caso similar ocurre en Ecuador, los trabajadores tienen 15 días consecutivos y un día adicional por año, luego de trabajar más de 5 años en la misma compañía, sin exceder los 30 días en total.

Argentina se otrogan 14 días naturales si el empleado cuenta con seis meses de antigüedad.

Peru aponta Manaus como origem de foco
de dengue no país


Departamento (estado) de Loreto, na fronteira com o

Amazonas, tem mais de 10 mil casos registrados, com 11 mortes


Manaus, 03 de Fevereiro de 2011
ACRITICA.COM *


Um surto de dengue com mais de 10 mil casos notificados e 11 mortes já registradas (sendo 7 crianças), levou o governo do Peru a declarar "alerta vermelho" no departamento de Loreto, no Nordeste no país, próximo à fronteira do Peru com o Amazonas.


Segundo informações do Ministério da Saúde peruano, a dengue tipo 2 surgiu em Loreto a partir de um fluxo migratório, via rio Amazonas, procedente da cidade de Manaus.


Dos 24 departamentos (estados) que compõem o Peru, 14 estão em 'alerta amarelo' e 1 em alerta vermelho. "O volume de casos em Loreto é muito alto para poucas semanas, o que nos fez disparar o alerta vermelho", disse o ministro da Saúde, Oscar Ugarte.


* Com informações da AFP